Marcelo Marcos Morales, secretário de Políticas para Formação e Ações Estratégicas do MCTI, participou com contribuições para o avanço e fortalecimento do projeto

Com prazo de quatro anos para sua implementação, o Projeto CITinova começou a ser executado em abril de 2018 e chega, portanto, ao meio de sua realização com importantes avanços, mas também com grandes desafios a serem enfrentados nos próximos dois anos. Para oportunizar maior ritmo de execução desse amplo projeto multilateral, a direção nacional do CITinova do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) realizou a Primeira Reunião do Comitê Executivo, por webconferência, em 10 de junho.

O secretário Marcelo Marcos Morales, do MCTI, abriu o encontro ressaltando a importância, a inovação e a complexidade do CITinova, projeto financiado pelo sexto ciclo do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF-6, na sigla em inglês).  Para o secretário, apesar do grande desafio frente à pandemia do novo coronavírus, é necessário agora acelerar a execução para que todas as ações previstas sejam realizadas no prazo previsto.

A Coordenação Geral do Clima (CGCL), da Secretaria de Políticas para Formação e Ações Estratégicas (SEFAE), do MCTI, é responsável pela realização do CITinova e conta com a parceria do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Agência Recife para Inovação e Estratégia (ARIES) e Porto Digital, Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), Programa Cidades Sustentáveis (PCS) e Secretaria do Meio Ambiente do Governo do Distrito Federal (SEMA/GDF).

A reunião contou com 22 participantes e teve como representantes do MCTI, o secretário Marcelo Marcos Morales, da SEFAE, Sávio Raeder, diretor do Departamento de Políticas e Programas de Ciências (DEPPC), Márcio Rojas, coordenador da CGCL,  Marcela Aboim Raposo e Suiá Rocha, diretora e coordenadora nacional do CITinova, e sua equipe. Também participaram Sarney Filho (secretário de Meio Ambiente do GDF), João Domingos Azevedo (presidente do Instituto da Cidade Pelópidas Silveira), Jorge Abrahão (coordenador geral do Instituto Cidades Sustentáveis), Marcos Baptista (diretor presidente da ARIES), Heraldo Ourem (diretor de Inovação do Porto Digital, Regina Cavini (Oficial de Programa Sênior do PNUMA), Regina Silvério (diretora do CGEE), os coordenadores coexecutores do projeto CITinova, Zuleica Goulart, Marco Lobo, Isadora Freire e Nazaré Soares, entre outros consultores e integrantes da equipe CITinova.  

Além das dificuldades devido à pandemia, como adaptação de trabalho remoto de toda a equipe CITinova e o adiamento de inúmeras atividades de campo e de mobilização social, Asher Lessels, Gestor de Portfólio do PNUMA, acrescentou que as propostas inovadoras do projeto “fazem com que os desafios sejam ainda maiores”. Ele, no entanto, enfatizou a importância da implementação de todas as ações previstas para os próximos dois anos.

Para o secretário Sarney Filho, as ações em parceria com o projeto CITinova “são hoje as principais executadas pela SEMA-GDF”, entre elas, a implantação de sistemas agroflorestais mecanizadas, recomposição de vegetação nativa em áreas de nascente; iniciativas para remediação de áreas contaminadas por resíduos sólidos. “O CITinova será, em breve, um programa de referência global”, afirmou Sarney Filho. 

Em seguida, Marcela Aboim Raposo apresentou os avanços e os desafios do projeto. Após considerações dos participantes, a diretora nacional fechou o evento com a apresentação de um plano de execução de reforço, elaborado por ela e sua equipe e que será detalhado com cada parceiro coexecutor. 

A diretora nacional encerrou o encontro destacando a importância, ainda mais urgente neste momento de pandemia, de o projeto CITinova cumprir seu objetivo de apoiar as cidades brasileiras na transição para o desenvolvimento sustentável, para que se tornem menos desiguais e mais inclusivas, seguras e resilientes.


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