IDCS-BR É SELECIONADO ENTRE AS 80 INICIATIVAS QUE MAIS CONTRIBUEM PARA A PAZ MUNDIAL

Este projeto do PCS, que contou com o apoio do CITinova, vai participar da 4ª edição do Fórum da Paz de Paris, evento idealizado pelo governo francês para debater soluções coletivas para os problemas globais.

O Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades (IDSC-BR), iniciativa coordenada pelo Programa Cidades Sustentáveis, parceiro coexecutor do CITinova, foi selecionado para participar do Fórum da Paz de Paris 2021, como uma das 80 ações que mais contribuem para a paz mundial. Além do IDSC-Br, apenas mais uma instituição brasileira foi selecionada para a 4ª edição do evento, o Instituto Igarapé.

A seleção reforça a importância do IDSC- Brasil como uma ferramenta de transformação das cidades brasileiras para a sustentabilidade. Desenvolvido pelo PCS em parceria como o Sustainable Development Solutions Network, da ONU, o Índice orienta a ação política municipal, apoia a definição de referências e metas com base em indicadores de gestão e facilita o monitoramento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em nível local.

Foram mapeados, monitorados e avaliados o cumprimento dos ODS em 770 cidades brasileiras. Os dados e informações do Índice também fornecem subsídios para a elaboração do Relatório Voluntário Local (RVL), um balanço do progresso das cidades no cumprimento da Agenda 2030. A produção do relatório é uma orientação da ONU para países e municípios, com o objetivo de facilitar a troca de experiências, sucessos, desafios e lições aprendidas.

Fórum da Paz de Paris

Metade dos projetos selecionados pelo Fórum da Paz de 2021 são liderados por ONGs, seguidos por organizações internacionais, setor privado e instituições acadêmicas, think tanks, governos, imprensa e sindicatos. A edição de 2021 ocorrerá entre 11 e 13 de Novembro e, neste ano, o Espaço para Soluções vai receber projetos de 46 países com os temas:

  • Alcançando a igualdade entre homens e mulheres
  • Covid-19: criando novas ferramentas digitais
  • Covid-19: melhorando a governança global da saúde
  • Covid -19: mitigando o impacto socioeconômico da crise
  • Mundo digital: fortalecendo a segurança cibernética para todos
  • Mundo digital: acolhendo e regulando a inteligência artificial
  • Combatendo notícias falsas e ameaças à imprensa
  • Global commons: enfrentando a emergência climática
  • Global commons: protegendo o ambiente espacial
  • Global bens comuns: protegendo os oceanos
  • Protegendo o espaço cívico em tempos de Covid-19
  • Reformando o capitalismo por meio da economia de impacto
  • Fortalecimento da cooperação Sul-Sul

Desde a sua criação, o Fórum apoia projetos que respondem à desafios transnacionais do nosso tempo e faz uma chamada à ação, como um importante ator na coordenação internacional. Em 2021, o Fórum de Paz de Paris continua a colocar o Sul global no centro de suas ações, apoiando cerca de 30 projetos na África, América do Sul, Ásia e Oriente Médio.

Em 2019, o Programa Cidades Sustentáveis foi selecionado como um dos 10 projetos de governança mais relevantes e promissores para a construção da paz mundial, contando durante um ano com o acompanhado do Comitê de Escalonamento do Fórum. Esta parceria destacou o potencial de expansão do trabalho realizado pelo PCS localmente e os possíveis avanços no campo do multilateralismo.

A terceira edição do Fórum da Paz de Paris foi realizada de forma online e reuniu líderes e atores da sociedade civil em todo o mundo para promover soluções concretas de governança global. Veja alguns números do evento de 2020:

• 117 horas de transmissão ao vivo.

• 178 sessões de debate e propostas de projetos, em uma agenda de 3 dias.

• Mais de 50 chefes de Estado e de governo, bem como 29 organizações internacionais participaram ativamente.

• 100 equipes de projeto apresentaram suas soluções concretas para desafios internacionais.

• 442 palestrantes de alto nível participaram de discussões interativas.

• 12.000 indivíduos representando 174 países participaram de ONGs, empresas, fundações, organizações filantrópicas, agências de desenvolvimento, grupos religiosos, sindicatos, grupos de reflexão, universidades e sociedade civil em geral.

Por Ana Cândida, Comunicação PCS


Foto de aberturaFoto: Marion Dubier Clarck (Flickr)

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